12/04/2018

[ DICA DE SÉRIE ] The Sinner

Lançamento: 2017 || Temporadas: 1 || Episódios: 8 || Gênero: Drama, Suspense|| Elenco: Jessica Biel, Bill Pullman, Christopher Abbott ... || País: EUA || Indico para: +18

NOTA:  
A investigação acerca de um crime precisa acabar quando se sabe qual foi o crime e quem foi o criminoso? Quando uma jovem mãe de família comete um crime nefasto em público e se vê incapaz de explicar o motivo que a levou aquele estado de fúria súbito, um investigador se torna cada vez mais obcecado em entender as profundezas da psique da mulher, desenterrando os momentos de violência que ela tenta manter no passado, longe dos olhos do mundo.

Falar dessa série não é fácil, principalmente por conta da primeira cena que acontece logo no primeiro episódio, toda história parte dessa cena e ela é desenvolvida tão maravilhosamente que eu realmente me senti parte dela, me senti presente ali, como se eu estivesse assistindo tudo de perto, os sentimentos que a cena me passou foi realista ao extremo. Legal é a pessoa começar a série as escuras, acho que dá aquela emoção maior, mas enfim, tudo o que eu falar aqui nessa resenha confiam em mim, não será spoiler. 

Cora mora em uma cidade pequena e tranquila, com seu marido Mason e seu pequeno filho (que não me recordo o nome) de aproximadamente 2 anos. Uma mulher bonita, tranquila, de bom caráter que segue uma vida honesta e comum, até que um dia sua vida muda drasticamente. 

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Cora estava na praia com Mason e seu filho, parecia ser um dia de praia normal, um dia tranquilo em família, a praia estava lotada, o dia ensolarado e nada fora do normal. Cora cortava uma simples fruta para seu filho quando um rapaz coloca uma música para sua namorada e algo acontece com Cora, o pânico toma conta dela mudando-a completamente seu estado emocional e ali no meio daquela multidão, ela levanta em fúria e mata o rapaz que ela nem mesmo conhecia, na frente da namorada, na frente do esposo, na frente do filho... Na frente de todos. 

10/04/2018

[ RESENHA ] A Parte que Falta

Título: A Parte que Falta
Autor: Shel Silverstein
Editora: Companhia das Letrinhas
Páginas: 112
Estrelas: 5/5
Livro: Cedido pela Editora Companhia das Letras
Com sua poesia hábil e sensível, Silverstein aborda neste livro a busca do autoconhecimento e da completude. A metáfora se dá por meio da história de um ser circular a quem falta uma parte. Otimista, ele se lança no mundo à procura de preencher esta lacuna. À medida que descobre o universo ao redor – e também a si mesmo –, percebe que as relações interpessoais são muito mais complexas e delicadas do que pensava e que a felicidade quase sempre está dentro de nós mesmos – e não no outro. Uma prova de que a liberdade é o maior bem que podemos possuir.

O livro foi um presente que recebi da editora Companhia das Letras
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Nunca me senti tão estranha lendo um livro. Eu fui tão inocente, estava preparada para ler um livro fofinho com uma história "bobinha e cute" para crianças, estava preparada para uma simples e inocente história infantil que em seguida seria lida para meu baby de quase 2 aninhos de idade. Mas o que aconteceu foi simplesmente inacreditável.

Eu juro que não vou conseguir passar nem 2% da minha reação lendo o livro e muito menos minha reação após ler o livro. Foi surreal.

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 1ª Reação


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2ª Reação



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3ª Reação


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4ª Reação




Como comecei a leitura esperando uma simples história infantil, fui pega de surpresa, fiquei confusa sem saber o que estava acontecendo ali. Apenas devorei o livro e a ficha foi caindo aos poucos, a cada página.  Então ao terminar o livro e refletir sobre o que o autor estava tentando passar para o leitor eu simplesmente achei tudo aquilo muito incrível. Depois as reflexões ficaram intensas e percebi que o livro pode ser interpretado de diversas formas e isso bugou meu cérebro. Enfim... Vou tentar contar para vocês essa breve história.

09/04/2018

[ RESENHA ] Volte Amanhã

Título: Volte Amanhã
Autor: Reinaldo Fontes
Editora: Autografia
Páginas: 158
Estrelas: 4/5
Livro: Cedido pela Editora

Gabriela Moraes pode ter diversos defeitos, mas certamente autoestima não é um deles. Para ela, os desafios diários não passam de pequenos testes para a sua parede mental de persistência. Acostumada a olhares de reprovação, ela sabe que precisa de uma força duas vezes maior que as dúvidas que a cercam. É com essa força que ele enfrenta a distância de sua família, a opressão velada vivenciada em sua universidade e o medo de sucumbir a um improvável amor.
 


Gabriela Moraes é uma mulher moderna de 22 anos, que mora na cidade de São Paulo, ama usar salto alto e de se vestir de forma ousada. Além de ser bastante extrovertida, ela procura sempre dizer o que pensa e nunca levar desaforos para casa, o que às vezes desencadeava numa hilária confusão quando algo não saia como ela planejara.   

Contudo, além de ter que lidar com pessoas que não a conheciam e que a julgavam pela sua aparência, Gabí também tinha que lidar com seus pais. Seu pai, Ricardo, era um homem sério e silencioso, mas bastava apenas um olhar em sua direção, que ela logo percebia toda a frustração e vergonha que ele sentia pela filha ser tão extravagante. Já sua mãe, Teresa, mesmo sendo o mais próximo de refúgio familiar que Gabriela possuía, sempre foi bastante introvertida e nunca levantara a voz para o marido.

O silêncio estava tão impregnado que ao chegar em casa, Gabriela passava pelos pais e ia direto para o quarto que era o seu refúgio. Refletir sobre o quão diferente a sua família se tornara, fazendo-a relembrar dos curtos, porém bons momentos da sua infância.

Mesmo tendo estudado em colégio particular até a conclusão do ensino médio, e da sua família ser classe média alta por conta da carreira de sucesso do pai, um desembargador aposentado, Gabí sempre teve os pés no chão. Estagiando desde os dezesseis anos, ela procurava ter a sua independência e liberdade, o que deixava Ricardo bem irritado e sem saber o que fazer.


“O jeito Gabí de ser não era tradicional. Na medida em que minha transparência não fazia sentido para as pessoas, minha forma de lidar com os haters me colocava em um degrau acima, aquele que não cai tão cedo e se mantém firme diante das complicações. Meu corpo esguio, com 1,80 perfeitamente distribuídos em um corpo curvilíneo – beijinho no ombro -, cabelos escuros, olhos castanhos e traços delicados geravam um tipo de destaque. O fato de eu ser meio brava, questionadora e bem resolvida comigo mesma me destacava ainda mais. Em uma sociedade sexista e conservadora, talvez eu ainda não conseguisse fazer o mundo me aceitar, mas eu certamente o faria me respeitar. Você precisa de poucas coisas para sobreviver, uma delas é amor próprio.”
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